"Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão”
Paulo Freire
Fonte da charge: www.verdolengo.com.br/tag/lixo/
A Educação Ambiental deve buscar a motivação do aluno para a mudança de atitudes e valores, visando sensibilizá-lo para a transformação ambiental de sua realidade. Como futuros pedagogos, temos o desafio de formar alunos capazes de fazer bom uso da liberdade (com repeito a si mesmo e ao próximo) sendo extremamente capazes de usar suas habilidades e condutas que facilitem o convívio em comunidade: uma comunidade limpa, que respeita o espaço e o trabalho dos outros (quando jogamos lixo nas ruas, desrespeitamos o espaço e o trabalho de um outro indivíduo). A escola deve preparar o aluno para a comunicação em massa, para resolver problemas práticos utilizando conhecimentos científicos, buscando se aperfeiçoar continuamente com responsabilidade, criatividade e criticidade.
Nossos alunos não são páginas em branco, sem história ou experiências anteriores. Todos já trazem uma bagagem ambiental, só que essa visão é às vezes romântica. Nesse aspecto, Paulo Freire enfoca no livro "Pedagogia do Oprimido" o poder da educação na formação de alunos (sejam crianças, jovens, adultos e idosos) em cidadãos atentos a todas as transformações que ocorrem na sociedade traçando um elo de ligação nas relações com outros indivíduos capazes de transformar o mundo, resultando numa grande corrente. A partir daí, ao se relacionar o ser humano produz conhecimentos que se tornam verdades e legitimam o saber de forma prática. É uma solução, de cunho pedagógico, portanto, entender a gênese dos hábitos sociais para poder se educar com foco na cidadania. Freire nos incentiva a restaurar e renovar práticas pedagógicas e hábitos, indo além da entre teoria: formar praticando!
Com isso podemos fazer com que todos, inclusive nós, assumam responsabilidades visando melhorias contínuas e a defesa de nosso patrimônio ambiental, intelectual e social. O grande objetivo é idealizar um processo pedagógico capaz de libertar os indivíduos da opressão, desenvolvendo uma consciência de alta liberdade com responsabilidade, com plena capacidade de questionar e criticar as relações de um para com outros.
Nossos alunos não são páginas em branco, sem história ou experiências anteriores. Todos já trazem uma bagagem ambiental, só que essa visão é às vezes romântica. Nesse aspecto, Paulo Freire enfoca no livro "Pedagogia do Oprimido" o poder da educação na formação de alunos (sejam crianças, jovens, adultos e idosos) em cidadãos atentos a todas as transformações que ocorrem na sociedade traçando um elo de ligação nas relações com outros indivíduos capazes de transformar o mundo, resultando numa grande corrente. A partir daí, ao se relacionar o ser humano produz conhecimentos que se tornam verdades e legitimam o saber de forma prática. É uma solução, de cunho pedagógico, portanto, entender a gênese dos hábitos sociais para poder se educar com foco na cidadania. Freire nos incentiva a restaurar e renovar práticas pedagógicas e hábitos, indo além da entre teoria: formar praticando!
Com isso podemos fazer com que todos, inclusive nós, assumam responsabilidades visando melhorias contínuas e a defesa de nosso patrimônio ambiental, intelectual e social. O grande objetivo é idealizar um processo pedagógico capaz de libertar os indivíduos da opressão, desenvolvendo uma consciência de alta liberdade com responsabilidade, com plena capacidade de questionar e criticar as relações de um para com outros.
Disciplina: Educação e Meio Ambiente
Projeto INterdisciplinar realizado pelo grupo: POR UM MUNDO MELHOR, composto por:
KARINA ARROYO CRUZ GOMES PEREIRA
MARCO ANTONIO DA COSTA
RAQUEL CAROLINA GONÇALVES DE MORAES
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