quarta-feira, 10 de março de 2010

Brincando, Aprendendo e Salvando o Planeta




Através da matéria do RJTV fica claro que vivemos um problema grave e de difícil solução que é a quantidade de lixo jogada nas ruas e o descaso da população em relação a isto. De acordo com a leitura de Paulo Freire no livro Pedagogia do Oprimido vimos o quanto uma educação bancária é ineficaz e ultrapassada. Durante a discussão do grupo sobre estas duas questões chegamos a uma pergunta que veio a permear toda nossa proposta de soluções:

Será que a dificuldade do brasileiro de compreender e incorporar o problema ambiental que vivemos de forma atuante está na maneira como colocamos a questão?

Será que quando educamos o cidadão quanto a questões ambientais estamos fazendo uma educação bancária?







• Criar uma grande campanha afim de esclarecer não só os transtornos causados pelo lixo indevido na ruas, mas como os prejuízos financeiros e a própria saúde, pois chama atenção de animais peçonhentos. Esta campanha consistiria em um espetáculo teatral produzido e atuado por um grupo de teatro contratado que faria a peça nos bairros e municípios propagando esta idéia. Ao final de cada espetáculo seria realizado um debate onde os moradores daquela região colocariam seus entendimentos sobre a questão e as possíveis soluções. O encerramento seria a criação de um documento com as soluções escritas que seria publicado no principal outdoor da região, com grande visibilidade, para que todos os moradores pudessem ver e atuar em cima das propostas. Por fim aconteceria uma competição onde o bairro que conseguisse realizar o maior numero de soluções previstas e por conseguinte diminuir o volume de poluição e lixo ganharia um premio em dinheiro a ser utilizado em algum projeto social.

• Para incrementar e mobilizar o maior numero de pessoas possível poderia ser usado um painel de contagem progressiva da diminuição dos lixos nas ruas, similar ao painel de contagem regressiva que existia na espera dos jogos pan-americanos no Rio de Janeiro. Poderia ser um painel por bairro ou um grande com vários bairros.

• A campanha também contaria com adesivos de bonequinhos de lixos recicláveis que representariam "eu cuido do meu lixo" para serem colocados nos carros. De acordo com a pontuação dos bairros os moradores ganhavam os adesivos.

Além desta campanha milionária outras soluções mais baratas e rápidas são:


A criação de lixeiras mais funcionais no tamanho da boca. Entradas maiores para evitar que certos lixos não caibam dentro e sirvam de enfeite ao lado das mesmas.

• A capacitação, através de cursos preparatórios e informativos, dos profissionais públicos (guardas de transito, PM, choque de ordem, garis, etc.) afim de prestar ajuda orientando e informando os supostos deseducados. Estes profissionais abordariam qualquer pessoa que vissem jogando lixo na rua e conversariam de forma educada que aquela atitude destrói o planeta e precisa ser mudada.

• Colocar em prática leis mais severas, junto com fiscalizações eficientes, referente a pagamento de multas para quem jogar lixo no chão ou não realizar a separação do lixo reciclável em sua residência. Estas leis já existem em alguns países e funcionam. Se o prédio não separa o lixo, o mesmo toma uma multa e quem é visto jogando lixo na rua toma multa. A multa não precisa ser alta, qualquer valor já dói no bolso de quem paga. O importante é pagar pelo erro.

Por ultimo, mas não menos importante:






A campanha das bolsas com compartimento especial para lixo. Está campanha pode começar nas praias e ser ampliada para todas as bolsas. Se todas as bolsas possuíssem um compartimento especial pro lixo, e existisse uma campanha para as pessoas colocarem seu lixo dentro das bolsas quando não vissem lixeiras e limpassem as bolsas ao chegarem em casa, a rua ficaria infinitamente mais limpa.



Disciplina: Educação e Meio ambiente
Grupo: Patrícia dos Santos / Paula Jardim / Paula Christina Moreira / Roberta Salgado

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